Assim, sem muitas novidades para o ano novo. Mudei de celular (agora fui pra Oi, finalmente) e fazia tempo que não ficava tão satisfeito com um aparelho na minha vida. Foda-se a Motorola! Minha predileção ainda é Nokia, mas não tem saído nada num custo/benefício legal. Assim, o jeito foi a Samsung, and so far, so good.
Ah, também fiz uma tatuagem no braço (o desenho é o Buffalo Man, "mascote" do Jamiroquai) e coloquei um piercing na orelha. Já deu confusão no escritório, e me pediram pra tirar.
Fora isso, algumas resoluções de ano novo que certamente não serão levadas a sério, mas uma coisa que realmente gostaria de fazer era ler mais, estudar mais e sair menos. Muito menos, por sinal. Este fim de semana, por exemplo, isso será colocado em prática, até por necessidades acadêmicas. E com isso, deixarei de aparecer em algumas festas. Aliás, preciso parar de gastar o dinheiro que não tenho com farras que não posso fazer usando o tempo precioso em que poderia repousar para não me desgastar mais ainda no trabalho.
Fora isso, a mesma merda de sempre. Ano novo, nada muda. Aliás, detesto datas festivas e feriados. Primeiro porque realmente não me significam nada. Segundo porque são celebrações de hipocrisias. Resquícios de uma fajuta tradição cristã ocidental de que a confissão a tudo perdoa. É só querer que tudo vai ficar bem. E nunca foi, nem nunca vai ser assim. A isso se chama "ser obrigado a (con)viver em sociedade".
Bem dizer, não sei porque você costuma insistindo em voltar aqui e ler estas porcarias que escrevo. Eu nunca tenho nada a dizer. Nada de útil, nada de concreto, nenhuma lição para a vida. Mesmo eu, que tanto costumo apanhar dela. E como já dizia o psuedo-intelctual Prof. Pasquale, "É isso aí!"